quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

It’s times like these you learn to live again...



Quantas vezes na vida hei de sacodir a poeira?
Cada dia é um dia para recomeçar?
Recomeçamos mesmo a cada dia ou o que acontece é que acordamos em alguns dias simplesmente com um humor melhor, do tipo quero-fazer-e-acontecer?
Serão quantas as decepções e quantas as surpresas?
Serão quantas pessoas?
Ou quantas vezes aquela pessoa? – Desse jeito é mais bonito...
Serão quantos os dias bons?

 

Quero quase todos bons. E alguns ruins apenas para não esquecer que meus dias são bons.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Poucas palavras II


E sem falar mais dele, tenho vontade de escrever sobre pequenas coisas boas.
Escutar boa música, dar risada com os amigos, conhecer novas pessoas. E viver novos casos – sem esperar nenhum grande romance.
A história bonita e improvável, emocionante e apaixonante já aconteceu. E acabou.

(Escrito em 25 de janeiro de 2010)

domingo, 31 de janeiro de 2010

Quem casa quer casa


As pessoas se casam com aquelas que amam de verdade?
Quantos amores tem uma pessoa durante sua vida?
Quinze? E depois cansa de brincar e decide se casar...
Nenhum? E se cansa de procurar e resolve casar...
Três? Que passam quase despercebidos e se casa com a quarta pessoa depois do último amor...

Um?
Apenas um com quem vive o conto de fadas.
E se casa.
Ou se desentende e finge acreditar que o amor não existe como imaginava.

Todos podem amar a todos?
Cada um pode amar só a um?

Quantas danças, quantos beijos, e quantas palavras ainda até que se descubra quem é a pessoa com quem passar o resto da vida?

E aqueles que se casam com a primeira pessoa? O primeiro namoro?
É medo de tentar com outros e quebrar a cara? Comodismo?
Ou é muita sorte?

E quem optou por não se casar? Não teve sorte ou não quis?

É... quando nossos amigos começam a casar a gente começa a pensar nessas coisas...

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Movin'on


Hoje é um daqueles dias difíceis de encontrar trilha sonora.
Tudo parece muito romântico ou revoltado demais.
E para chegar até aqui, tive que reconhecer duas coisas. A primeira é que gosto mesmo. A segunda, é que nunca vai acontecer.

Fui com cuidado. Fui com medo. Do tipo, “attention, douleur fraîche”. Mas cheguei aqui. E decidi que era hora de ficar bem na minha e parafraseio que “eu gosto tanto de você que até prefiro esconder”.

Mas reconhecer... isso foi realmente muito difícil. Mas consegui. E te contei isso...
“I know you think that I shouldn't still love you, or tell you that. But if I didn't say it, while I'd still have felt it, where's the sense in that? I promise I'm not trying to make your life harder or return to where we were…  I'm in love and always will be…”

E então é isso. Gosto. Mas como te disse, o que fica agora são as boas lembranças. Por isso a última frase ali em cima. Já tive dias difíceis… “I can't stand the rain against my window bringing back sweet memories”. Mas agora não sei... Parece diferente.

É a sensação do “acabou”.

É tão estranho... Tantos dias, tantas coisas, tantas palavras... e de repente nem o vazio. Parece simplesmente que não existiu. Será que isso é duradouro? Farei que seja. Não quero recaídas.
Posso demorar a querer esquecer. Mas descobri que ainda sei bem fazer isso.

Que venham os próximos amores!

“Ye that's it, honey
I quit

I'm movin' on”


Para quem quiser escutar:



domingo, 24 de janeiro de 2010

Apenas mais uma de (ou do mesmo) amor

Eu gosto tanto de você que até prefiro esconder - Deixo assim ficar subentendido. Como uma idéia que existe na cabeça e não tem a menor obrigação de acontecer.

Eu acho tão bonito isso, de ser abstrato baby... A beleza é mesmo tão fugaz...
É uma idéia que existe na cabeça e não tem a menor pretensão de acontecer.

Pode até parecer fraqueza, pois que seja fraqueza então, a alegria que me dá isso vai sem eu dizer.
Se amanhã não for nada disso, caberá só a mim esquecer.
O que eu ganho, o que eu perco, ninguém precisa saber.




 Sem roubar os direitos de nenhum Lulu, faço destas as minhas palavras hoje.